Já falei várias vezes sobre o culto e resultados de trabalhar muitas horas. É um tema que gera muita curiosidade e sentido de injustiça: uns porque se sentem pressionados para trabalhar mais e outros porque acham que muita gente não faz nada e que o trabalho sobra para eles.
Não vou entrar por aí.
Quero partilhar um gráfico que representa o número médio de horas de trabalho por pessoa de vários países (barras a azul) e o GDP por país (linha rosa). É certo que o GDP é muito limitativo na medida da produtividade mas dá-nos uma ideia. Os dados deste gráfico são da OCDE de 2012 mas dados de outras organizações e mais recentes parecem refletir a mesma realidade. Os picos do GDP da Noruega e Luxemburgo podem ser justificados por condições muito particulares destes países.

Embora não exista uma relação de causa-efeito entre o número de horas de trabalho e o retorno, parece que mais horas de trabalho não são sinónimo de mais produtividade.
Por isso o que é que nos falta? Melhor planeamento e gestão de recursos? Mais foco na definição de estratégias e criação de valor?
Melhorar estas capacidades a nível organizacional, das equipas de liderança e individualmente é com certeza um caminho para nos ajudar a sair da “rodinha do rato”.
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AO COMANDO DA OBJETIVO LUA

Ana Relvas, Ph.D & Consultora de Desempenho
Ana Relvas é a propulsora da Objetivo Lua, projeto que cresceu da sua vontade em ajudar outros a concretizarem o seu potencial e foi construído sobre uma carreira de mais de 10 anos como Gestora e Engenheira Aeroespacial.
É esta experiência que, aliada à formação como Coach e Master Practitioner em Programação Neurolinguística, permite entender os desafios profissionais atuais e desenhar programa para cada pessoa, equipa ou empresa.





